
Eis que quando pensamos ter visto de tudo, há sempre margem para a surpresa. Mesmo que em pequenos gestos do dia a dia. Tínhamos voltado ao elegante Balducci (restaurante italiano no turístico, mas cativante Waterfront) para novo suculento jantar. Decidi atacar, novamente, uma pasta com frutos do mar. Uma delícia. Mesmo! Obviamente, até porque é picante, só poderia ser regada por um bom vinho local. O pedido foi feito – “mas tem de ser geladinho”, vincámos – e, acreditem, o “desconto” nos nossos bolsos não foi pequeno. Mas há momentos que merecem cada “rand”. À “patrão”, satisfeitos por ter vencido mais um dia de desafios vários no trabalho, vamos a fazer o brinde e… o vinho não estava mais do que simples e desconsoladoramente “fresquito”. Entramos em pânico
A simpatia de Bo desarmou-nos para qualquer protesto. Então, verdeiros gentlemen lusos, ainda pedimos gelo, para refrescar consideravalmente o resto do néctar ainda na garrafa. Minimizar o prejuízo, claro está. Minutos depois, eis que somos novamente surpreendios pela sorridente BO, que nos deixou, por breves momento, sem reacção.
Em vez de nos trazer o “frappé” replecto de água em estado cubicamente sólido, trouxe um copo de “caipirinha” replecto de cubos de gelo. Pois…
Querida BO, no curso de etiqueta não te ensinaram que em Portugal somos uns esquezitinhos de primeira e não misturamos água com o mais precioso dos néctares?
terça-feira, 29 de junho de 2010
Gelo
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