
Se fosse o famoso boneco inventado pelo desconhecido Carlo Collodi – vá, vão ao Google para perceber do que falo – diria que o título é o fiel retrato de Magaliesburg. O problema é que os recentes factos desmentem isso. Mas sem alarmismos. Mesmo!
Depois de curtas três horas de sono - a aurora mal tinha raiado - deparo-me com notícia inacreditável: o António Simões (e outros dois jornalistas, com os quais não tenho ligações de amizade) foram assaltados. No caso do Simões, com uma arma apontada à cabeça.
Um filme de “terror” que já todos conhecem. Foi amplamente divulgado nos Media. A Lusa não este mal (num par de horas, o seu “take” teve amplo eco internacional). Furou tranquilamente o reforçado sistema policial. À “patrão”. Aqui é assim: não se pergunta, faz-se. Quando queremos ser amáveis e corretos, barram-nos o caminho. Se decidirmos ser autoritários e ousados, poucas barreiras se nos deparam.
O susto já lá vai, mas permanece um ambiente tenso, desconfortável, respirando-se um ambiente de insegurança. Principalmente entre os que não têm experiencia de trabalho/férias em zonas menos pacíficas.
Aqui, longe do mundo, a família de jornalistas é impotente para prevenir o que quer que seja.
“Off the reccord”, na federação há quem confesse que já conhecia a insegurança da zona. Mas a seleção está guardada a múltiplas sete chaves. A “malta” agradece a gentileza
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Tudo tranquilo, tudo em segurança!
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