
Mas a história não acaba aqui: há sempre “tugas” capazes de nos envergonhar. Quem vasculhe o lixo do vizinho (restos, falo de restos) para o reciclar numa história fantasiada que depois conta orgulhosamente aos amigos como um feito heroico.
Depois de circular e arejar noutras paragens do amplo, mas apinhado bar, deparo-me novamente com a predadora… nos braços de um tuga, um “novo rico” com um sorriso de orelha a orelha e mãos ávidas de toque. Realmente, não faltava superfície para explorar…
Mais ou lado, outros “chaços” (não estou a avaliar a personalidade das senhoras, que, aliás, me pareceram simpáticas, mas apenas a sua atitude e aparência exterior) também surgiam “enrolados” nos afáveis braços de mais tugas, alguns já visivelmente alcoolizados. No meio daquela multidão, eram os únicos a afiambrar-se em cenas consideravelmente tristes e que motivavam o riso e chacota dos demais.
Quem não tinha direito a saborear tão exóticas companhias, sorria de forma cúmplice para os amigos, certamente casados/comprometidos, como que aprovando a anormalidade que estavam a cometer. Belo, sem duvida.
Espero que nada disto seja genético, pois estes tuguinhas fazem realmente cada figurona….
quinta-feira, 24 de junho de 2010
TRISTES FIGURAS
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O tuga a solta é um animal a solta ... sempre a caça
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