E foi no fantástico bar anteriormente mencionado que fui atacado por uma “local”. Valeram-me intensos esforços para evitar ser violado por uma “jovem” algo mais baixa do que eu, mas com o triplo (a caminhar para o quadruplo) da minha largura (a medida não depende da sua robustez, mas do meu atual momento de “forma”). Ortega (Lusa), Guerrinha e João (Sapo) e Pataco (FIFA) não paravam de rir. Quando mais precisava dela, a guarda pretoria baldou-se olimpicamente. Mas virá o momento de dar “troco”.
Depois de me entalar com a sua majestosa “bunda” contra os restantes clientes (o bar estava à pinha, não tinha para onde fugir), o meu pescoço, peito e cabeça foram vítimas da sua voraz língua. Não me tirou nada, mas vontade não lhe faltava. Entre o riso, incredulidade e desespero, nem sei como foi possível safar-me. Mas quando tentou morder-me (não sei se ela estaria a pensar noutro verbo) o…, em plena pista, achei que a sua ousadia e estupidez tinham ultrapassado claramente o bom senso e arranjei “forças” para me livrar dela. Custou, mas acabou por dar-me o tónico decisivo.
Ainda voltou à carga três ou quatro vezes, mas estava vacinado e mantive sempre a distância. Homem prevenido…
quinta-feira, 24 de junho de 2010
HELP!!!
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